O aviso começou à 0h05 desta segunda e vale para todas as regiões de Santa Catarina, com risco moderado a alto de temporal, vento acima de 60 km/h e acumulados de 80 a 100 mm.
A atualização da NOAA, divulgada pela Defesa Civil de Santa Catarina, dá 75% de chance de ser o mais intenso desde 1950. A rede da AMFRI tinha 20 pontos instalados em 4 de setembro.
As instabilidades voltam na quarta e ganham força até sexta, com ciclone extratropical perto do Rio Grande do Sul. A cavalgada de quinta e a abertura de sexta são ao ar livre.
A 29ª Promotoria de Justiça da Capital abriu inquérito civil e deu 72 horas para federações do comércio e Procons responderem. O procedimento vale para o estado inteiro.
O projeto Proteção Mora ao Lado foi lançado em 31 de agosto pelo MPSC com o Secovi/SC. Traz cartaz na área comum, guia para síndico, capacitação e um selo para o prédio que aderir.
A Defesa Civil espera onda de sul entre 2,5 e 3 metros, vento de 30 a 40 km/h na faixa da praia e rajada acima de 80 km/h, com risco de moderado a alto.
Mais de mil casas foram danificadas, cerca de 600 em Florianópolis e 250 em Biguaçu. Porto Belo teve alagamento em via pública. O aviso da Defesa Civil vale até a madrugada de 1º de setembro.
Ondulação de sul entre 2,5 e 3,0 metros e rajadas de 50 a 60 km/h. O risco moderado vale do Litoral Sul à Grande Florianópolis, de sábado a segunda-feira.
Sentido centro-bairro, no bairro João Paulo, em Florianópolis. Das 7h ao meio-dia fecha uma faixa, e do meio-dia às 19h sobra uma só. O outro sentido segue livre.