Itapema · LegislativoCâmara de Itapema aprova oito projetos, do cercamento dos parquinhos à Lei de Liberdade Econômica
Um dos textos cria política de cercamento dos parquinhos, com foco em segurança e acessibilidade.
Na sessão de 25 de agosto, o morador Maicon Costa usou o espaço de participação popular para falar de buraco, desnível, material de obra e lixo no caminho de quem tem deficiência ou mobilidade reduzida. Ele deixou seis sugestões ao poder público.
Em 30 segundos · Modo de Leitura, formato original Santa Informa
A falta de acessibilidade nas calçadas de Itapema foi tema na Tribuna do Povo da Câmara.
A manifestação foi na sessão de terça-feira, 25 de agosto.
Quem falou foi o morador Maicon Costa, no espaço de participação popular.
Ele citou calçada bloqueada, buraco, desnível, material de obra e lixo no caminho.
Disse que em muitos pontos a pessoa precisa desviar ou atravessar a rua.
E que isso aumenta o risco de acidente com carro.
Levou seis sugestões ao poder público, entre elas rotas acessíveis e mapa dos pontos críticos.
Pediu também um canal rápido para o morador avisar do problema e receber resposta.
A prioridade, para ele, é o trajeto perto de posto de saúde, escola e serviço público.
A Câmara publicou o registro da fala na segunda-feira, 31, com o vídeo no site.
InfraestruturaPublicada em Redação Santa Informa

Quem empurra carrinho, usa cadeira de rodas ou anda devagar conhece a cena: a calçada some no meio do quarteirão. Em Itapema, esse assunto foi levado à Tribuna do Povo da Câmara de Vereadores, na sessão de terça-feira, 25 de agosto. A Câmara publicou o registro da manifestação na segunda, 31.
O morador Maicon Costa usou o espaço para pedir mais ação da administração pública diante dos obstáculos que atrapalham a circulação de pessoas com deficiência, de quem tem mobilidade reduzida, de idosos, de crianças e de famílias. Ele falou da própria rotina e citou calçada bloqueada, buraco, desnível, material de obra e lixo deixado no caminho. Segundo ele, em muitos pontos a pessoa é obrigada a desviar, atravessar a rua ou dividir espaço com carro, o que aumenta o risco de acidente. "Espero que a minha filha possa ir e vir, com segurança e acessibilidade", registrou na tribuna.
A fala não parou na queixa. Maicon apresentou uma lista: criar rotas acessíveis, mapear os pontos mais críticos, priorizar rampas, retirar obstáculos e exigir passagem provisória segura e sinalizada quando a obra ocupar a calçada. Também defendeu um canal rápido para a população informar o problema e receber resposta com mais agilidade. Para ele, a acessibilidade precisa ser tratada como prioridade principalmente nos trajetos perto de unidade de saúde, escola e serviço público.
É o espaço de participação popular das sessões da Câmara de Itapema. Nele, o morador fala direto aos vereadores, dentro do plenário, e o pronunciamento fica registrado. A Casa divulgou o vídeo da fala no próprio site, junto com o texto da notícia.
Itapema tem obra em quase toda quadra e muita gente andando a pé, ainda mais na temporada. Calçada interrompida vira desvio pelo asfalto, e aí deixa de ser assunto de conforto. O tema já aparece na pauta da Casa por outros caminhos: na mesma semana, os vereadores aprovaram a política de cercamento dos parquinhos, que fala em segurança e acessibilidade. O que a tribuna trouxe de diferente foi o pedido de olhar para o percurso inteiro até esses lugares.
O resumo de 30 segundos está no topo e a versão completa é o texto acima. Aqui ficam as três leituras da casa sobre o mesmo assunto.
Clara, a otimista
Morador subir na tribuna e sair de lá com uma lista de sugestão embaixo do braço é o melhor uso possível desse espaço. Rota acessível e mapeamento são pedidos concretos, do tipo que cabe em plano de trabalho.
E a Câmara publicou a fala inteira, com vídeo aberto. Isso deixa o assunto registrado e fácil de cobrar depois, por qualquer pessoa.
Seu Prudêncio, o criterioso
Merece atenção a sugestão da passagem provisória sinalizada quando a obra toma a calçada. Numa cidade que constrói o ano inteiro, essa é a hora em que o pedestre é empurrado para o asfalto, e é também a mais barata de resolver, porque depende de exigência no alvará e não de obra nova.
Vale acompanhar o custo e a responsabilidade. Em boa parte dos municípios, a calçada é dever do dono do imóvel e a fiscalização é do poder público, então qualquer plano precisa dizer quem faz o quê antes de prometer prazo. Uma sugestão útil: começar pelo mapeamento, porque sem saber onde estão os pontos críticos não dá para priorizar rampa nenhuma.
E é justo reconhecer o valor do canal de participação. Ele funcionou, a fala virou documento público e o assunto entrou na agenda sem precisar de processo.
Caco, o sarcástico
Itapema tem calçada, sim. O problema é o que a gente coloca em cima dela.
A pessoa sai de casa para andar duzentos metros e faz um percurso de obstáculo com areia, tijolo e um poste no meio. Sem medalha no final.
A boa notícia é que, no asfalto, todo mundo anda junto. Pedestre, cadeira de rodas e caminhão de entrega, numa convivência linda.
Fontes: Câmara de Vereadores de Itapema, notícia publicada em 31 de agosto de 2026, com o registro da manifestação feita na Tribuna do Povo em 25 de agosto, de onde saem o nome de quem falou, os obstáculos relatados, a citação reproduzida e a lista de sugestões apresentadas ao poder público. A menção ao cercamento dos parquinhos vem da cobertura do Santa Informa sobre a 26ª Sessão Ordinária. A foto do topo é imagem ilustrativa de banco gratuito e não registra o fato noticiado.
Itapema · LegislativoUm dos textos cria política de cercamento dos parquinhos, com foco em segurança e acessibilidade.
Itapema · EducaçãoInclusão dentro da escola, na 5ª edição do encontro promovido pela APAE com a Prefeitura.
Itapema · EsporteO esporte adaptado da cidade no pódio, e o caminho que o atleta faz até chegar lá.